quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
that dies, not back
Foram longas as conversas que tive comigo mesma, as palavras que com que me ofendi seguidamente, foram vários os sentimentos que tive, posso falar da raiva, por ter sido tão ingénua durante tanto tempo, e não ter lido bem as instruções da falsidade, posso até continuar com os meus grandes soluços travados por lágrimas que nem deviam correr assim, tão a fio, até poderia continuar a falar de todos os sentimentos e gestos conquistados naquele momento mas, naquele momento conquistei não só uma mágoa mas também uma alegria! Claro que em momentos de sufoco sabe bem falar mas, apesar de estar tão agitada e confusa só me apetecia pensar e pensar e continuar a pensar mais fundo do que conseguia apesar de só ter conclusões precipitadas e ter agido mal durante segundos, aliás agi mais mal durante meses que tinha areia encravada nos meus olhos(...) enfim não tendo compreender muito mais do que já compreendi, quero apenas que se metam no meu lugar e segurem todas as cordas como tenho segurado, todos os nós para segurar e continuar a poder agarrar cada pedaço de corda que vai restando, só quero que se tentei por aqui, no meu lugar e tentarem por minutos viverem o que eu tenho vivido... é difícil não é ? Mas então, também é difícil olhar-te na cara e perceber que está tudo bem, que para ti não se passou nada e que está tudo bem! Acredita para mim, tudo o que vai não volta e TU NÃO VOLTAS MAIS! HASTA .|.
